Prefeito Piaia amplia articulação de Campo Novo com países vizinhos de olho no comércio e rota internacional
O prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia (PL), participou na última quinta-feira (30) de uma agenda oficial em San Ignacio de Velasco, na Bolívia, para discutir o fortalecimento da integração entre os dois países por meio da pavimentação da Estrada Bioceânica. Em vídeo publicado nas redes sociais, o gestor destacou que integra o Comitê Pró-Estrada Bioceânica e afirmou que a obra deve impulsionar o comércio internacional e aproximar Brasil e Bolívia.
Segundo Piaia, a comitiva brasileira participou de compromissos na Câmara de Vereadores do município boliviano, onde foi recebida por autoridades locais. A programação incluiu uma sessão solene com parlamentares da cidade.
No vídeo, um vereador de San Ignacio de Velasco, que acompanhava Piaia, destacou que a missão busca fortalecer a parceria entre os dois municípios e avançar nas tratativas para a pavimentação da estrada que ligará Brasil e Bolívia.
"Esperamos unir forças para que, entre nossas duas grandes cidades, cresça ano a ano."
Piaia também afirmou que a integração viária deverá favorecer o desenvolvimento econômico dos dois lados da fronteira, facilitando as exportações e importações.
"Estamos nessa comitiva, onde Brasil e Bolívia unem forças para fazer essa integração dessas estradas, essa pavimentação que liga Brasil à Bolívia, onde vai favorecer tanto o Brasil como a Bolívia, e podemos fazer bons negócios, fazendo as nossas exportações e também as nossas importações."
Ao final da mensagem, o vereador destacou que a ligação asfaltada representa um passo importante para estreitar as relações entre os dois países.
"Selando a amizade Brasil-Bolívia definitivamente, com a estrada, com a ligação em asfalto, que vai aproximar cada vez mais os nossos dois países."
A proposta da Estrada Bioceânica busca ampliar a integração logística entre Brasil e Bolívia, criando uma alternativa para o transporte de cargas e fortalecendo as relações comerciais entre os países. A expectativa é que a melhoria da infraestrutura reduza custos de transporte, facilite o escoamento da produção e impulsione o desenvolvimento econômico da região de fronteira.
Fonte: Olhar Direto



